Mais um ano começa e eu farei 40, em seis dias. Nunca pensei que viveria tanto. No máximo da minha imaginação infantil, eu chegava aos trinta. Eis que me torno uma mulher de 40 anos que ainda sente profundo prazer em jogar peteca e andar de bicicleta.
Conversando com minha irmã essa manhã sobre Elon Musk, disse que não vou migrar de rede social. E não é porque estou velha e perdi o bonde da tecnologia, mas sim porque decidi que não quero mais redes sociais na minha vida. As definições de amadurecimento precisam ser atualizadas.
O que é que o Elon Musk tem a ver com as calças? Nada, eu só lembrei da conversa rsrs....
Mas falando de Twitter... Esse tal Musk parece ter comprado o Twitter só para destruir o legado intelectual de um desafeto seu. Ele está gastando milhões, para acabar com a rede social do cara que limitou sua "liberdade de expressão". Um sujeito capaz disso é um ser abjeto.
Eu não tenho perfil ativo no Twitter e não pretendo ter. Quando o Facebook e o Instagram morrerem, minha persona virtual vai morrer com eles. Fico pensando se isso é idiossincrasia minha ou se se trata de uma sinalização de época. Afinal, quanto da gente é a gente mesmo e o quanto é o espírito da época? Eis um mistério real.
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