Aqueles instrumentos antigos que quase não usamos mais: as redes sociais, os e-mails, a caneta, a cabeça. E tudo é silêncio e ruído no apartamento vizinho. Os caminhões estalam no quebra-molas em frente à janela e depois daquela montanha deve haver alguém...Além. O que é mesmo que isso significa? Domingo é sempre assim. Vazio não é bem a palavra. Parado não é bem a palavra. Calado não é bem a palavra. E, embora às vezes faça frio, domingo é morno mas ainda não é isso. O que é, é indizível.
Indizível, eu diria, como a morte. E eu disse.
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